A menina do campo

Sou a menina do campo, alguns me chamam de caipira, outros de roceira. Fui criada no campo no meio de peões, ouço moda sertaneja e amo a vida da roça! Sou neta do homem do campo. Nasci no interior, falo com sotaque de matuto, mas é daqui que tenho orgulho,  meu sapato é botina,  quanto mais suja melhor. Meu trabalho é diversão  rodar granjas,  mais gostoso ainda se a estrada é de chão, ser respeitada mesmo não sendo formada. Conhecer cada um pelo nome, ou sobrenome, conhecer  a maioria das famílias, colocar a mão pra fora na janela do carro. Dirigir ou cavalgar apenas à luz do luar. Amo o lugar que estou, que sou. Posso viajar pra qualquer lugar, mas levo minha cidadezinha comigo, e o uma hora ou outra é pra cá que quero voltar, meu lar doce lar. 

Essas simples coisas o povo da cidade, os médicos, advogados, engravatados, e cheios de dinheiro não entendem não conhecem, porque essa vida que tenho não pode ser no meio de tanto transito e poluição. Essa vida sem luxo mas muito feliz não é qualquer um que pode ter, essa vida é conquistada e não comprada. 
RnBade

Sou a menina do campo, alguns me chamam de caipira, outros de roceira. Fui criada no campo no meio de peões, ouço moda sertaneja e amo a vida da roça! Sou neta do homem do campo. Nasci no interior, falo com sotaque de matuto, mas é daqui que tenho orgulho,  meu sapato é botina,  quanto mais suja melhor. Meu trabalho é diversão  rodar granjas,  mais gostoso ainda se a estrada é de chão, ser respeitada mesmo não sendo formada. Conhecer cada um pelo nome, ou sobrenome, conhecer  a maioria das famílias, colocar a mão pra fora na janela do carro. Dirigir ou cavalgar apenas à luz do luar. Amo o lugar que estou, que sou. Posso viajar pra qualquer lugar, mas levo minha cidadezinha comigo, e o uma hora ou outra é pra cá que quero voltar, meu lar doce lar.

Essas simples coisas o povo da cidade, os médicos, advogados, engravatados, e cheios de dinheiro não entendem não conhecem, porque essa vida que tenho não pode ser no meio de tanto transito e poluição. Essa vida sem luxo mas muito feliz não é qualquer um que pode ter, essa vida é conquistada e não comprada. 

RnBade

 

Aprendi que ser BRUTA, RÙSTICA E SISTEMÁTICA, não é maltratar as pessoas, não é querer ser a tal… Ser bruta é fazer aquilo que muitos não fazem, ser rústica é manter a simplicidade e sistemática é não acreditar em tudo que vê ou falam!

 

Aprendi que ser BRUTA, RÙSTICA E SISTEMÁTICA, não é maltratar as pessoas, não é querer ser a tal… Ser bruta é fazer aquilo que muitos não fazem, ser rústica é manter a simplicidade e sistemática é não acreditar em tudo que vê ou falam!

“Apaixonar-se é fácil, mas permanecer no amor… Esse é o desafio”.

“Apaixonar-se é fácil, mas permanecer no amor… Esse é o desafio”.

“A violência não é a resposta.”

Monty Roberts transformou essa frase em um mantra, é a marca registrada dele.

As pessoas vão até a fazenda para ver como Monty faz a doma. Doma não, porque ele aboliu essa palavra do vocabulário. Domar é amansar, brutalizar o animal de uma maneira bem violenta. O animal é caçado, laçado, estrangulado, espancado, quase explode de tensão. Tiram sangue e depois de muita humilhação, é montado na marra, cortado de espora para pular com o peão.

Como uma criança espontaneamente dando a mão para passear com um adulto, o cavalo segue o homem puxado por uma corda invisível: a confiança.

Quem é do ramo deve notar que, apesar da guia firme, Monty se mantém extremamente tranqüilo para a situação. Age com toda a paciência do mundo. Não grita e fala sempre baixinho com o animal.

É natural que o cavalo fique ressabiado, assim. Afinal… “Esta é a primeira sela da vida dele. Uma coisa esquisita nas costas. Vou pedir que corra mais um pouco, para se acostumar. Quando abro a minha mão, imitando as garras de um predador, um coiote, um lobo da montanha, ele acelera. Depois recolho as garras, tiro a pressão do corpo e do olhar, me viro de lado e ele quer conversar comigo.”

Monty agradece a atitude do cavalo fazendo outro cafuné na cabeça. Como em um teatro vendo um drama muita gente se emociona. Uma senhora, Laura Gorral, deixou o redondel para chorar lá fora. “Eu já tinha assistido um videoteipe, mas assim, vendo de perto, é mais tocante ainda. Fico pensando em quem bate nos animais. Para quê? Não há necessidade de ser violento.”

"Por favor, você me permite colocar isso na sua boca? Garanto que não vai machucar”, pergunta Monty ao cavalo.

"É fantástica essa maneira de abordar o animal. Você não força o cavalo a nada. Ele faz as coisas não por imposição, mas por sua livre e espontânea vontade", diz o empresário Peter O’Praits.

Depois você vai ver como é a seqüência da iniciação, que – acredite se quiser – dura menos de meia hora.

Monty desenvolveu esse novo sistema de adestramento na surdina, escondido do pai que era domador profissional. Um homem sistemático, violento também. Na primeira vez que Monty revelou o que vinha fazendo, sabe qual foi a reação? O pai pegou uma corrente que estava pendurada na cerca do curral e bateu nele. Espancou mesmo, de mandar para o hospital.

Apesar da oposição do pai, no começo dos anos 60 o método de Monty Roberts ganha fama, vira praticamente um espetáculo aplaudido em toda parte. Monty já iniciou mais de 20 mil cavalos assim.

Ganhou centenas de prêmios, escreveu vários livros. Um delas, “O Homeme que Ouve Cavalos” já vendeu mais de cinco milhões de cópias mundo afora. Foi lido até pela rainha da Inglaterra, que se tornou amiga dele e determinou que a doma gentil fosse adotada na Grã Bretanha.

-Programa Globo Rural

“Quando seus lábios se tocaram, teve a sensação de descoberta, como a de um explorador que enfim chega a praias distantes que apenas imaginara ou das quais só ouvira falar. Beijou-a de novo e de novo. Quando finalmente se afastou, encostou a testa na dela. Respirou fundo, tentando controlar as emoções, sabendo que não a amava apenas aqui e agora, mas que nunca deixaria de ama-la.”
— Uma longa jornada, Nicholas Sparks
“Uma de suas Regras para a sua vida era casar com uma mulher mais inteligente que você. “eu fiz isso”, dizia, “e você também deveria fazer. Quero dizer, para que pensar em tudo sozinho?”
- Uma Longa Jornada, Nicholas sparks

“Uma de suas Regras para a sua vida era casar com uma mulher mais inteligente que você. “eu fiz isso”, dizia, “e você também deveria fazer. Quero dizer, para que pensar em tudo sozinho?”

- Uma Longa Jornada, Nicholas sparks

Os melhores amigos são irmãos que moram em outra casa, pois nenhuma mãe os aguentaria juntos. 

Os melhores amigos são irmãos que moram em outra casa, pois nenhuma mãe os aguentaria juntos. 

Você aprenderia coisas assim:
     Quando alguém que você ama chega em casa,corra ao seu encontro. Nunca perca uma oportunidade de ir passear de carro.Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto. Mostre aos outros que estão invadindo o seu território. Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar. Corra, pule e brinque todos os dias. Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.
    Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidose deite debaixo da sombra de uma árvore. Quando você estiver feliz,dance e balance todo o seu corpo. Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado… volte e faça as pazes novamente.Aproveite o prazer de uma longa caminhada. Se alimente com gosto e entusiasmo. Coma só o suficiente. Seja leal. Nunca pretenda ser o que você não é. Se você quer se deitar embaixo da terra,cave fundo até conseguir. E o MAIS importante de tudo…Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por pertoe mostre que você está ali para confortar.
Isso tudo podemos aprender só com eles, os melhores amigos do homem!

Você aprenderia coisas assim:


     Quando alguém que você ama chega em casa,corra ao seu encontro. Nunca perca uma oportunidade de ir passear de carro.
Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto. Mostre aos outros que estão invadindo o seu território. Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar. Corra, pule e brinque todos os dias. Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.
Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.

    Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos
e deite debaixo da sombra de uma árvore. Quando você estiver feliz,
dance e balance todo o seu corpo. Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado… volte e faça as pazes novamente.
Aproveite o prazer de uma longa caminhada. Se alimente com gosto e entusiasmo. Coma só o suficiente. Seja leal. Nunca pretenda ser o que você não é. Se você quer se deitar embaixo da terra,
cave fundo até conseguir. E o MAIS importante de tudo…
Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto
e mostre que você está ali para confortar.

Isso tudo podemos aprender só com eles, os melhores amigos do homem!

“Se ela teve um ponto fraco, foi não conseguir resistir a homem com chapéus de caubói.”
— Uma Longa Jornada, Nicholas Sparks
Um rapaz…

Um rapaz mora em uma casa pequena e velha na praia e vai pescar em seu barco a remo no oceano todos os dias, não só porque precisa comer, mas também porque se sente em paz na água. Mais do que isso, quer melhorar sua vida e de sua família, e então trabalha duro trazendo cada vez mais peixes. Com seus ganhos, compra um barco maior para tornar o negocio ainda mais lucrativo. Isso o leva a um segundo barco e depois a um terceiro e, com o passar dos anos e constante crescimento do negócio ele acumula uma frota de barcos. A essa altura. Está rico e bem-sucedido, com uma grande casa e um negocio prospero, mas o estresse e a pressão de dirigir a empresa acabam cobrando seu preço. Ele percebe que quando se aposentar, o que realmente quer é morar em uma casa pequena na praia, onde possa pescar o dia inteiro em um barco a remo… Porque quer ter a mesma sensação de paz e satisfação que tinha na juventude. 

- Uma Longa Jornada, Nicholas Sparks